Qual câmbio o Tracker usa?
Todas as gerações do Tracker vendidas no Brasil com câmbio automático usam uma transmissão de 6 velocidades com conversor de torque da GM, abastecida com ATF Dexron VI. O que muda é o motor e a calibração:
| Geração | Motor | Câmbio | Fluido |
|---|---|---|---|
| Tracker 2014–2019 | 1.8 flex / 1.4 turbo | Automático 6 marchas (família GF6) | ATF Dexron VI |
| Novo Tracker 2021+ | 1.0 turbo / 1.2 turbo | Automático 6 marchas (família GF6) | ATF Dexron VI |
Intervalo que recomendamos: 60.000 km em uso normal e a partir de 40.000 km em uso severo (trânsito urbano, ladeiras, carro sempre carregado).
Motor turbo, câmbio mais exigido
Os Tracker turbo entregam torque alto logo em baixa rotação. Isso é ótimo para dirigir, mas significa mais carga e mais calor passando pelo câmbio — especialmente no anda-e-para da Terceira Ponte, da Rodovia do Sol e da BR-101 na Serra. Fluido quente e velho perde viscosidade e aditivos mais rápido.
Sintomas que vemos com frequência no Tracker:
- Tranco leve nas reduções em baixa velocidade
- Hesitação ao arrancar depois de parar no semáforo
- Trocas de marcha “moles” ou demoradas com o motor quente
- Mensagem de alerta de transmissão no painel
Troca completa, com diagnóstico antes
Fazemos a troca completa do Dexron VI por máquina, substituindo também o fluido que fica retido no conversor de torque. Antes, o câmbio passa por leitura com scanner e avaliação do óleo — de graça. O filtro desse câmbio é interno e não é substituível. Por isso, fazemos a higienização interna com Motul Transmission Cleaner: a máquina circula o produto pelo câmbio com o motor ligado por cerca de 30 minutos e retém a sujeira em dois filtros próprios.
O Tracker compartilha motor e câmbio com o Onix. Veja também os demais modelos de câmbio automático Chevrolet.
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