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Troca de Óleo do Câmbio CVT

Troca completa por máquina · Fluido correto para cada câmbio · Diagnóstico gratuito · Vila Velha, ES

+10 anosde experiência
+3.500câmbios revisados
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20 marcasatendidas

O câmbio CVT (transmissão continuamente variável) virou o automático mais comum entre os carros compactos e SUVs vendidos no Brasil. Nissan Kicks, Honda HR-V, Toyota Corolla, Renault Duster, Fiat Strada e Pulse usam CVT. Ele é suave e econômico, mas depende do fluido mais do que qualquer outro câmbio.

Como o CVT funciona, e por que o fluido é tão importante

Em vez de engrenagens fixas, o CVT tem duas polias de diâmetro variável ligadas por uma correia metálica. Conforme as polias abrem e fecham, a relação de marcha muda de forma contínua, sem “degraus”. As “marchas” que aparecem no painel de alguns modelos são pontos simulados pelo módulo.

Toda a força do motor passa pelo contato entre a correia e as polias, e quem garante esse contato é o fluido CVT. Ele tem aditivos de atrito específicos, que fazem a correia “agarrar” nas polias sem escorregar, além de lubrificar e refrigerar o conjunto. Quando esses aditivos se esgotam:

  1. a correia começa a escorregar em arrancadas e subidas;
  2. o escorregamento gera calor e marca a superfície das polias;
  3. com polias marcadas, o problema deixa de ser manutenção e vira reparo.

Por isso nunca se usa ATF comum em CVT, e por isso o fluido certo para cada fabricante faz tanta diferença.

Qual fluido vai em cada CVT

Fabricante do CVTCarrosFluido
Jatco (grupo Nissan)Nissan Kicks, Versa, Sentra · Renault Duster, Captur, Sandero, Logan, Oroch · Mitsubishi OutlanderNS-3 (Nissan/Renault) · CVTF-J4 (Mitsubishi)
HondaHR-V, City, Fit, WR-V, Civic 2017+Honda HCF-2
ToyotaCorolla 2015+, Corolla Cross 2.0, YarisToyota CVT Fluid FE
Aisin (Stellantis)Fiat Strada, Pulse, Fastback 1.0, Argo e Cronos CVT, Mobi CVT, Peugeot 208 turboFluido CVT compatível com o câmbio Aisin
OutrosCaoa Chery Tiggo 5X e Tiggo 7 SportFluido CVT especificado pela montadora

Na dúvida sobre o seu carro, identificamos o câmbio pelo chassi antes de qualquer serviço.

Sinais de que o CVT precisa de troca de óleo

  • Trepidação ao sair, como se o carro “tremesse”, principalmente em subida
  • Efeito elástico: o motor sobe de giro e o carro demora a responder
  • Zumbido ou chiado que aumenta com a velocidade
  • Perda de força em subidas e retomadas
  • Alerta de temperatura da transmissão no trânsito parado ou depois de serra
  • Câmbio entrando em modo de proteção

Quer entender melhor? Leia o guia o que é câmbio CVT e o post sobre câmbio automático patinando.

Filtro do CVT: cada fabricante tem o seu procedimento

  • CVT Jatco (Nissan, Renault, Mitsubishi): trocamos o filtro refil lateral e, com o cárter aberto, lavamos o filtro do cárter, que é lavável.
  • CVT Honda de segunda geração: trocamos os dois filtros, o do cárter e o do trocador de calor.
  • Toyota: abrimos o cárter e trocamos o filtro.
  • Demais CVT: o procedimento é definido no diagnóstico, conforme o câmbio.

De quanto em quanto trocar o óleo do CVT

UsoIntervalo que recomendamos
Normal (cidade e estrada, sem excessos)a cada 60.000 km
Severo (aplicativo, trânsito diário, carga, terra, serra)a partir de 40.000 km

Na Grande Vitória, o uso severo é a regra e não a exceção: calor o ano todo, Terceira Ponte, Rodovia do Sol e BR-101 no horário de pico. Se o seu carro nunca trocou o fluido do CVT e já passou dos 60 mil km, é hora de avaliar.

Como fazemos a troca de óleo do CVT na CambioLube

  1. Diagnóstico gratuito com scanner e análise do fluido. Se o CVT já tiver desgaste mecânico, você fica sabendo antes de gastar.
  2. Identificação do câmbio pelo chassi e escolha do fluido exato.
  3. Troca completa por máquina, e não só a drenagem pelo bujão, que deixa boa parte do fluido velho dentro do câmbio.
  4. Filtro conforme o fabricante: refil, lavável ou troca no cárter.
  5. Nível conferido na temperatura certa, como cada fabricante exige.

Atendemos clientes de Vila Velha, Vitória, Serra, Cariacica e de todo o Espírito Santo na nossa oficina em Itapuã.

Perguntas frequentes: câmbio cvt

Posso usar óleo ATF comum no câmbio CVT?
Não. O CVT usa um fluido próprio, com aditivos de atrito feitos para a correia metálica e as polias. Com ATF comum, a correia escorrega, as polias marcam e o câmbio se desgasta rápido. Cada fabricante especifica o seu fluido CVT: NS-3 (Nissan e Renault), HCF-2 (Honda), CVT Fluid FE (Toyota), e assim por diante.
O óleo do CVT é para a vida toda?
Muitas montadoras tratam o fluido como de longa duração, mas esse cálculo considera uso leve. Com trânsito, calor, aplicativo ou carga, o fluido perde os aditivos de atrito bem antes. Recomendamos a troca a cada 60.000 km em uso normal e a partir de 40.000 km em uso severo.
Por que meu carro CVT trepida ao sair?
A trepidação na saída é um dos sinais mais comuns de fluido CVT degradado: a correia perde aderência nas polias. Quanto antes a troca é feita, maior a chance de o câmbio voltar ao normal. Se o desgaste já for mecânico, o diagnóstico com scanner mostra isso antes de qualquer serviço.
O filtro do CVT é trocado?
Depende do fabricante. Nos CVT Jatco (Nissan, Renault, Mitsubishi), trocamos o filtro refil lateral e lavamos o filtro do cárter. Nos CVT Honda de segunda geração, trocamos os dois filtros (do cárter e do trocador de calor). Nos Toyota, abrimos o cárter e trocamos o filtro.
Quanto custa a troca de óleo do câmbio CVT?
A mão de obra começa em R$ 500. O valor final depende do carro, do fluido e do filtro. Peça um orçamento gratuito pelo WhatsApp (27) 99687-4534.
Quanto tempo demora?
De 2 horas até um dia inteiro, conforme o câmbio e o serviço. Casos de 2 dias são raros.

Agende a troca de óleo do seu câmbio

Diagnóstico gratuito com scanner antes de qualquer serviço. Mão de obra a partir de R$ 500.

📍 Av. Francelina Carneiro Setúbal 2252, Itapuã, Vila Velha – ES · Seg–Sex: 8h–18h | Sáb: 8h–13h

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