Tucson, ix35 e New Tucson: câmbios diferentes
O nome Tucson aparece em mais de uma geração no Brasil, e o câmbio muda conforme a versão:
| Modelo | Motor | Câmbio | Fluido |
|---|---|---|---|
| Tucson (1ª geração, nacional) | 2.0 | Automático 4 marchas | ATF especificado Hyundai |
| ix35 | 2.0 | Automático 6 marchas | ATF SP-IV |
| New Tucson (2017+) | 1.6 turbo | 7DCT — dupla embreagem, 7 marchas | Fluido específico para DCT |
Tucson 1.6 turbo: o câmbio de dupla embreagem
O New Tucson 1.6 turbo usa um câmbio de dupla embreagem de 7 marchas (7DCT). Ele funciona de forma bem diferente de um automático convencional: as embreagens trabalham a seco, e o óleo lubrifica as engrenagens e rolamentos. Por isso, o fluido é outro e não é ATF.
Sintomas típicos de DCT pedindo atenção: trepidação ao sair, pequenos trancos em baixa velocidade no trânsito e alerta de superaquecimento do câmbio em congestionamento. Muitas vezes esses sintomas pedem diagnóstico com scanner e adaptação das embreagens, além da troca de óleo.
ix35 e Tucson 2.0: automático convencional
No ix35 e no Tucson 2.0 o câmbio é convencional, com conversor de torque. O que ele mais pede é ATF correto e troca completa. Muitos desses carros já passaram dos 120 mil km sem nunca ter trocado o fluido. Nesse caso, fazemos uma avaliação cuidadosa antes, porque fluido muito velho às vezes esconde desgaste.
Intervalo que recomendamos: 60.000 km em uso normal · a partir de 40.000 km em uso severo.
Na CambioLube
Identificamos o câmbio pelo chassi, fazemos diagnóstico com scanner sem custo e aplicamos o procedimento certo: troca completa por máquina com ATF SP-IV no automático, ou troca do fluido DCT com adaptação no 7DCT.
Veja também o Hyundai Creta e o Kia Sportage, que divide mecânica com o Tucson. Todos os modelos: câmbio automático Hyundai.
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